O Blog do Vilão


Projeto

Excelente!
Resolvi abraçar mais uma meta em minha vida. Que vai me atrapalhar com as outras cinco que já tenho, não vou terminar de jeito nenhum e vai gerar mais frustração e ansiedade è minha existência sem sentido.
Um viva para... Ah, esquece.

Hm, lutei o quanto pude, mas acabei jogando Doom 3. É muito bom. Sei que todos já sabem disso há uns dez anos, não precisam me dizer.



Escrito por Fabrício Rocha às 13h30
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O sentido da vida

 

Eu tenho certeza que absolutamente todo mundo já se fez essa pergunta. ‘Qual o sentido da vida?’

Mas também tenho certeza, quase absoluta, que todos os que fizeram essa pergunta a fizeram em algum momento de sofrimento, descrença ou dificuldade.

Ninguém se pergunta ‘por que estamos aqui?’ quando recebe uma soma grande de dinheiro, quando consegue conquistar aquela pessoa especial, quando é alvo de uma homenagem. Esse questionamento é levantado quando há uma desilusão amorosa (principalmente quando é uma desilusão amorosa, na verdade), quando há perda de um ente querido, dificuldade financeira, doença, algo do tipo.

Eu também já me fiz essa pergunta e devo dizer que não tenho a resposta.

Mas tenho algumas pistas.

Há algum tempo atrás, um professor de Filosofia me disse que o sentido da vida é sermos felizes.

Concordo, acho que isso é sensato. Não conheço ninguém que, ao se imaginar no futuro, pense que vai estar divorciado, pobre, doente ou infeliz. Se estamos aqui, vamos aproveitar a chance que temos, já que o tempo é muito curto, para sermos felizes. Mas aí vem outra questão, o que é a felicidade? A felicidade varia de um para outro, sem dúvida. Tem gente que ficaria muito feliz por ver o time querido ganhar um campeonato. Tem outras pessoas que ficariam felizes ao ter a pessoa amada ao lado. Outros, por completar uma coleção de selos. O que importa é que, para sermos felizes, não prejudiquemos ninguém.

Mas também tenho ressalvas quanto a isso. Nós somos muito egocêntricos. Hedonistas. Sim, buscamos tanto a felicidade, que esquecemos de nos preparar e nos adaptar para o que pode acontecer de ruim em nossas vidas. As pessoas que seguem uma religião geralmente rezam apenas para pedir coisas boas e as livrar de situações ruins. São poucas as que agradecem.

Quer saber a pior parte? Muitos rezam o Pai Nosso, sem prestar atenção, de forma mecânica. Tem uma parte dessa oração que diz “Seja feita a vossa vontade”. E se for da vontade de Deus que algo ruim aconteça para que aprendamos?

Vamos combinar assim: pessoas que rezam, comecem a rezar pedindo para ter sabedoria e sensatez nos momentos ruins. A vida é uma montanha russa, da mesma maneira que acontecem coisas boas, acontecem coisas nem tanto. Pessoas que não rezam, comecem a pensar com sabedoria para poder enfrentar as mazelas. Faço parte do segundo time, não rezo, mas peço sempre para que eu tenha dificuldades, para acumular conhecimento e, com ele, ajudar ao meu próximo, sempre que possível.

Mesmo sabendo que a felicidade pode ser o sentido da vida, muita gente ainda pode se sentir desmotivada. E aí que entra minha segunda teoria. Na verdade, o sentido da vida pode não estar em um fim, ou seja, em uma meta, mas no caminho que percorremos para alcançá-la. Quantas pessoas não conheceram o amor de sua vida na escola, faculdade ou trabalho? Quantas pessoas não conseguiram o emprego do sonho devido aos círculos que frequenta? Muitas situações podem ser resolvidas indiretamente mas, para isso, é necessário agir. Independente se você consiga ou não resolver o seu problema, ficar parado não resolve nada. Quem escreve sabe disso, quem se interessaria por uma história na qual nada acontece? O mundo não para, pessoas nascem, morrem, situações são criadas, resolvidas, paixões começam e terminam, sorte e azar riem de nossos atos, mas a dinâmica da existência segue em frente.

Há uma poesia, se não me engano, do Antonio Callado, que diz:


Caminante, son tus huellas

el camino y nada más;

Caminante, no hay camino,

se hace camino al andar.

Al andar se hace el camino,

y al volver la vista atrás

se ve la senda que nunca

se ha de volver a pisar.

Caminante no hay camino

sino estelas en la mar.


A parte mais importante para mim é a que está em destaque. Caminhante, não há caminho; o caminho se faz ao andar. Não fiquemos esperando coisas caírem do Céu, elas não caem. Vamos em busca de nossa felicidade.



Escrito por Fabrício Rocha às 11h37
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Feriado e eu trabalhando

Duas conclusões as quais eu cheguei, sem saber muito bem o porquê:

- Primeiro, não compensa explicar piada. Ou a piada é muito ruim, ou a pessoa para quem você contou é muito burra. Em qualquer um dos casos, dê as costas e saia assobiando, sem olhar para trás;

- Quando eu era crianças, gostava de Batman e dos Transformers. Hoje tenho coleção de Batmen e Batmóveis (de brinquedo, dã - olha eu saindo assobiando...) e também alguns Transformers. Ou seja, minha criança interior está viva. Só que, quando eu era adolescente, ouvia Ramones, Sex Pistols, The Clash e Ratos de Porão. Acho que matei meu adolescente interior. E não estou honrando sua memória...

Feliz feriado para quem não está trabalhando. Assholes.



Escrito por Fabrício Rocha às 12h09
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Blame it on my black star

 

O Steve Jobs morreu e isso causou comoção geral.
Daí vou eu escrever sobre o Steve Jobs. Oportunismo? Talvez. Qual seria o proveito que eu conseguiria tirar disso?
Ouvi alguém falar que foi a mesma coisa quando o Michael Jackson morreu. Discordo totalmente. O Michael Jackson era o Rei do Pop, sem dúvida, fundiu estilos musicais, cantava e dançava como ninguém, consagrou a música negra... Mas, pessoalmente, era um fresco, cheio de não-me-toques, um comportamento mimado, infantil... Enfim, Steve teve uma história de vida impressionante e venceu tudo.
Poderíamos nos espelhar nele para as nossas vidas sofridas e sem sentido.
A propósito, não sabia o que escrever no título do post, coloquei uma letra do RadioHead.



Escrito por Fabrício Rocha às 14h35
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Doce Infância

 

Quando deixamos de ser crianças?

No meu caso, quando eu deixei? Quando arranjei meu primeiro emprego? Quando passei no vestibular? Quando me formei na faculdade? Quando tive minha primeira filha? Não me lembro de chegar ninguém em um determinado período de minha existência e me entregar um certificado, dizendo ‘Parabéns, agora você é um adulto, este é o seu manual de instruções’. Isso não aconteceu nem comigo, nem com ninguém que eu conheça. Muito provavelmente, nem com ninguém que eu não conheça também.

O fato é que todo mundo já foi criança um dia. Alguns fizeram questão de matar essa criança e tornaram-se adultos chatos, sem graça, mal-humorados. Eu não vejo no quê sou diferente daquele menininho que um dia achou que seria um astronauta, no outro acho que seria um super-herói, no outro achou que seria presidente.

Eu não gosto de adultos. Minhas melhores amigas são minhas filhas. Elas sabem o que é bom. Elas falam de coisas legais. Elas falam de gibis, de brinquedos, de animais de estimação, de filmes, de sonhos... O bom de ser criança é que você sonha. Elas podem ser o que quiserem e fazer o que quiserem. Prefiro mil vezes ouvir minhas filhas falarem sobre tudo o que vão ser, tudo o que vão fazer, tudo o que vão comprar, todas as pessoas que vão ajudar e todos os bichinhos abandonados que vão adotar. Adultos são um pé no saco. Adultos falam de suas frustrações, do que deixaram de fazer, do que deixaram de ser, dos lugares que deixarem de ir, do que são incapazes...

Crianças brincam. No mundo delas existem apenas soluções. Adultos falam sobre problemas. Problemas no relacionamento, problemas financeiros, problemas no trabalho, impostos, aluguel, contas de telefone, contas de água, contas de eletricidade, enxaqueca, TPM, dor nas costas...

As crianças acreditam que podem ser o que quiserem. Adultos reclamam que tudo é difícil, que não têm capacidade, que não vão conseguir fazer nada, porque ‘estão muito velhos’. Porque ‘não conseguem’. Porque não ‘têm tempo’. Dar aula para crianças é divertido. Dar aulas para adultos, muitas vezes, me deprime. Me sinto incapacitado, sinto que estou batalhando em uma guerra perdida. Adultos não acreditam neles mesmos. Crianças sabem que podem aprender qualquer coisa. Crianças admitem seus erros, adultos me tratam com ironia.

Crianças gostam de bala, chocolate, chiclete. Adultos fumam, acabando com a própria saúde, muitas vezes para fazer pose. Bebem até cair e dão vexame. Usam drogas. Usam antidepressivos, porque sem eles, muitas vezes, não conseguem nem sair da cama para ir trabalhar.

Crianças falam sobre Papai do Céu. Adultos apontam os pecados dos outros.

Crianças falam o que estão pensando, inocentemente. Adultos são hipócritas. São falsos. São maledicentes. São mentirosos.

Crianças mudam o que são a cada cinco minutos. Adultos usam o argumento de Gabriela, ‘Eu nasci assim e vou ser sempre assim’. Principalmente para justificar seus piores defeitos.

Eu acredito que todos tenhamos uma criança interior. A minha está bem viva e eu só vou deixá-la morrer no dia em que eu mesmo não respirar mais. Quando minhas filhas ou meu filho que ainda está para nascer me perguntar o que eu fiz de importante na vida, eu vou contar com todos os detalhes. Vou dizer que tive um cachorrinho chamado Banzé, outro que chamava Bóris. Vou dizer que tive gatos, a Chiquinha, a Camila, o Sr. Gato. Vou dizer que eu fazia bonequinhos de papel. Que eu gravei um CD com uma banda. Que eu tive uma poesia publicada em um livro. Que eu escrevi um livro infantil para cada filho que eu tive. Que eu conheci muitas pessoas legais. Que, mesmo depois de adulto, tive um quarto cheio de brinquedos. E vou ter certeza que, mesmo com toda a frustração, a desilusão e os problemas de minha existência, não terei vivido em vão.



Escrito por Fabrício Rocha às 11h27
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Caracas!!!! O Blog!!!

Aconteceu de novo.
Me deixei levar pela rotina e acabei esquecendo do blog.
Foi mal, duas pessoas que lêem isso aqui.
Mas assisti a um monte de filmes nesse carnaval e posso voltar a escrever.
=]
Só uma coisa; se alguém tiver os filmes 'Moon' com o sam Rockwell e o coreano... chinês... japonês... sei lá 'O Hospedeiro', me arranjem.
Agora o ano começa de verdade.
Feliz Ano Novo!!!



Escrito por Fabrício Rocha às 04h08
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Saw

Ontem assisti ao 'capítulo final' (como se eu fosse ingênuo o suficiente para acreditar em uma bobagem dessas) de uma saga que começou muito bem e que foi perdendo o interesse dos fãs pelo caminho, devido à rotina e à similaridade (essa palavra existe?!?). Não estou me referindo ao '24 Horas', mas à franquia 'Jogos Mortais' (Saw).
Lembro-me do primeiro filme da série, de o como o trailer me chamou a atenção, mas de como fiquei desconfiado ao ver que os protagonistas era um loiro e um negro... Não, não sou racista, longe disso. O que me incomodou foi que um filme de Serial Killer com um protagonista loiro e outro negro só poderia estar se aproveitando de outro filme de Serial Killer com o mesmo tipo de protagonistas...
Ainda não sabe de que estou falando? Ok, te dou SETE segundos para pensar.
Tirando esse detalhe idiota, o primeiro filme impressionou a todos pela violência, suspense e o surpreendente final que... analisando friamente hoje em dia, vemos que não faz sentido algum.
Os atores da franquia eram totais desconhecidos ou pouco conhecidos. O personagem principal, John... Hã... Kramer, é isso? Minha memória está péssima hoje... Ou simplesmente 'Jigsaw' para os íntimos, é interpretado pelo Tobin Bell que eu, assim como muitos, não tinha a menor noção de quem era antes da série. Não que ele seja um mau ator, mas o fato é que se você assiste ao filme e depois vê entrevistas com o ator, percebe que os dois são a mesma pessoa. É sério, por mais rídiculo que pareça. Tobin não fz nenhuma construção de personagem, apenas fica ali sendo ele mesmo, com aquela expressão apática e aquela voz que arrepia sua coluna (que coisa mais gay de se escrever...)
Enfim, o que poucos sabem é que, por trás de toda a carnificina do filme, há um mérito altruísta em 'Jogos Mortais'. Mais uma vez, insisto, é sério, não estou sendo cínico, porque 

O CINISMO É A SINCERIDADE DOS CANALHAS!!!

Sempre sonhei em gritar isso com todas as forças de meus pulmões. Que alívio.
O fato é que todo ano, antes do Halloween, época que um filme da série era lançado, a produtora promovia (ah, vá) uma campanha massiva de doação de sangue. Legal, né?
O que mais posso dizer? Ah, claro, o spoiler.
Sim, há um spoiler nesse filme, mas o pessoal do estúdio nem esperou vazar na Internet; eles mesmo saíram espalhando a grande surpresa do filme para quem quisesse ouvir.
O ator que representa esse personagem misterioso, na verdade, havia tido problemas jurídicos com o tal estúdio, e provavelmente nunca mais voltaria, mas os advogados, aquela raça maldita da qual em cinco anos farei parte, conseguiram convencê-lo a voltar.
Só há um problema... Ele apareceu no primeiro filme, magrinho e feliz. E, sete anos e seis filmes depois, ele deu uma bela engordada. Então, o que acontece é que ele aparece sofrendo na mão do torturador e, depois de meia hora cronologicamente (mas sete anos na vida real), lá está ele, sendo operado pelo Jigsaw, cerca de VINTE QUILOS mais gordo.
Erro de continuidade imperceptível é para os fracos. Vamos cortar um membro do pião e fazê-lo engordar duas arrobas em meia hora... NINGUÉM VAI PERCEBER...
De verdade, isso não foi um spoiler. se você conhece a série - mesmo que não tenha assistido o filme - sabe muito bem do que estou falando.



Escrito por Fabrício Rocha às 23h15
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Citações de filmes

Volta e meia publico citações de meus filmes favoritos.
Geralmente são as mesmas citações.
Foda-se.

Michael Corleone [The Godfather part III]: Never hate your enemies. It affects your judgment.

Michael Corleone [The Godfather part III]: Never let anyone know what you are thinking.

Michael Corleone [The Godfather part II]: Keep your friends close, but your enemies closer.

Don Vito Corleone [The Godfather]: I'll make him an offer he can't refuse.

Don Diego de la Vega [The Mask of Zorro]: Lesson number one: never attack in anger.

Rachel Dawes [Batman Begins]: But it's not who you are underneath, it's what you do that defines you.

Harvey Dent [The Dark Knight]: The night is darkest just before the dawn.



Escrito por Fabrício Rocha às 16h30
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The Godfather Part 2

Depois de um filme que gerou controvérsia e levou milhões ao cinema, temos sua continuação dois anos depois.
A história gira em torno de Michael Corleone, que se tornou o novo 'Don' da família e sua árdua labuta como chefão mafioso. Além disso, ele enfrenta traições em sua própria família, problemas conjugais e competição 'profissional'.
'The Sopranos', anyone?
Mas o que nos chama a atenção nesse filme é a história de Don Vito Corleone.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Não, ele não ressuscita como um zumbi mafioso. Entremeada com a história de Michael, é contado como Don Vito Andolini ('Corleone' é a cidade onde ele nasceu) chegou à América, após uma infância, no mínimo, traumática. Ou alguém acha que perder pai, irmão e mãe em um intervalo de dois dias é algo agradável e divertido?
O futuro Don chega em Nova Iorque e começa a trabalhar como braçal, se casa, tem seus filhos... Até que seu caminho se cruza com um  italiano que se aproveita de seus conterrâneos. Um 'Zé Pequeno' ítalo-americano, que de pequeno não tem nada.
Bem, nosso amigo Corleone acaba com a raça dele e se torna o que vemos no primeiro filme.

SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT SPOILER ALERT

Robert de Niro está excelente no papel. Não é surpresa que tenha ganho o Oscar de melhor coadjuvante. E o fascínio por Don Vito Corleone só faz aumentar, visto que, além de mafioso com seus códigos de honra e conduta, ele é um grande vencedor, que passou de zé-ninguém para um homem influente e poderoso, com juízes, políticos e policiais em seu bolso.
EU SEI que ele é um personagem fictício, não se preocupem.

Observação sobre o Post anterior [1]: Sim, apesar de ser fã do Batman desde pequenininho, 'Batman & Robin' é um dos piores filmes que vi na vida.

Observação sobre o Post anterior [2]: Quando eu disse que Don Corleone mandava desafetos irem nadar 'com um pouquinho de cimento em volta dos pés', algum surtado pôde ter interpretado isso literalmente. Não, não há nenhuma cena assim no filme e nada parecido é descrito no livro. Foi minha forma (copiada do Veríssimo, confesso) de dizer que ele era o típico mafioso.




Escrito por Fabrício Rocha às 09h36
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The Godfather

O que fazer quando quer assistir um bom filme, mas não quer arriscar que o que você pegue seja um desses:


MerdaBostaCocô



Pega um filme que tem certeza que é bom, lógico.
E por que já não pegar uma trilogia excelente?
Foi o que eu fiz nesse fim de semana. Aluguei a trilogia do 'Poderoso Chefão', a obra-prima do Coppola.

O filme é referência para qualquer cinéfilo, pseudo-cinéfilo ou bobo alegre que escreve sobre filmes em seu blog, a começar pelo elenco. Tem um Al Pacino jovem, com uma voz anasalada que nada lembra aquela coisa rouca dos dias de hoje. Não leiam isso como uma crítica, ele é um dos meus atores favoritos. É impressionante a transformação que ele passa durante o filme... Ele chega no começo do filme de uniforme militar, um quê meio de ingênuo, e termina o filme já como um mafioso respeitado e perigoso.
E o que dizer de Marlon Brando? O cara era um verdadeiro astro do rock, contracenava com quem queria, fazia um monte de exigências, esnobava um monte de gente, deu opinião no roteiro, no elenco, na direção... e nem sequer se dava ao trabalho de decorar suas falas, lia em papéis escondidos pelo cenário. Um gênio, por mais que pareça o contrário.
Outro ator que me chama a atenção é John Cazale, o Frodo, digo, Fredo. Um ator feio, que só fez cinco filmes, mas com um talento inegável. 'Ele só fez cinco filmes' parece um comentário pejorativo. Vou explicar: ele só fez cinco filmes porque morreu cedo, com câncer nos ossos. E os 'apenas' cinco filmes dos quais ele participou, TODOS foram indicados ao Oscar. Acho que ele até merece um post só para ele.
E nosso amigo James Caan, que fez Sonny? Ele foi um dos atores que, na minha opinião, ficaram mais marcados com papéis de gângster. Ele, o Robert de Niro, o Joe Pesci...
Também se destaca o Robert Duval, no papel de Tom Hagen, o filho adotivo de don Vito Corleone.

Vito Corleone, um ícone americano, alguém que, para mim, me lembra os personagens de Humphrey Bogart, John Wayne, Orson Welles... Um personagem tão fascinante quanto o Anakin Skywalker, o nosso velho amigo Darth Vader.
Ele é um mafioso, mas tem seu código de honra, ajuda quem é seu amigo, respeita e ama a família. Às vezes ele manda um desafeto nadar com um pouquinho de cimento em volta dos pés, mas quem é perfeito?

Não adianta eu ficar aqui escrevendo. Assista ao filme. Ame. Odeie. Mas assista.




Escrito por Fabrício Rocha às 09h43
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Posteres

Aqui estão os pôsteres dos filmes que falei em meu penúltimo post.

 

Também comentei sobre essa porcaria:

Falando em pôsteres, os gringos às vezes são TÃO criativos...

 

Por falar em imagens, saiu uma imagem do Caveira Vermelha no 'Capitão América.



Me deu um dejà-vu, não sei porquê...


Pra quem não entendeu, essa foto aqui embaixo é do 'Skeletor', vilão do filme do He-Man da década de 80. Qualquer semelhança...



Escrito por Fabrício Rocha às 11h57
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Stardoll

Parece perseguição com o pobrezinho, huhauhauhuahuhahahuha
Mas a Mary e a Melanie estavam brincando em um site chamado 'Stardoll' [www.stardoll.com] quando algo me chamou a atenção:


Tirem suas próprias conclusões.

Boa semana.



Escrito por Fabrício Rocha às 21h20
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Próximas estreias 3

O último filme sobre o qual vou falar nesta trilogia é 'Capitão América'.
Como o Thor, ele é parte dos 'Avengers'. E não é só isso. Ele é, para a Marvel, o que o Batman é para a DC, ou seja, ele é o herói mais importante do universo deles.
A prova foi que quando lançaram a série 'Marvel vs DC', o supersoldado enfrentou o homem-morcego.
E, como não podia deixar de ser... perdeu.
O fato é que, no cinema, o ator que assume o papel de Steve Rogers é o Cris Evans.
Sim, o mesmo que fez o 'Tocha Humana' nos dois 'Quarteto Fantástico'. Ou seja, o cara tem no currículo dois heróis da Marvel, um que é o maior de todos e outro que voltou aos holofotes recentemente porque, simplesmente, morreu nos gibis (quem duvida que em menos de seis meses ele volta, assim como o Batman voltou a andar após o Bane tê-lo deixado tetraplégico, o Superman que ressuscitou após o Doomsday (Apocalipse) tê-lo matado)? A propósito, o próprio Capitão América morreu tempos atrás, mas já está de volta, patriótico, feliz e saltitante.
Ah, ele também foi o Lucas Lee no 'Scott Pilgrim' contra o mundo.
O vilão do filme, como não poderia deixar de ser, é o Caveira Vermelha. Nada mais justo, não? Se o herói carrega no uniforme as cores da bandeira americana, nada melhor que o vilão ter a cor do maior inimigo dos EUA durante a Guerra Fria, os comunistas e ter a cara da morte. O ator que o interpreta é o Hugo Weaving. Não conhece pelo nome? Quem sabe pelos papéis: ele foi o elfo Elrond (pai do personagem da Liv Tyler) na trilogia 'Senhor dos Anéis'; foi a voz do Megatron nas porcarias do Michael Bay conhecidas como PSEUDO-Transformers (PAUSA: Aqui você me fala 'Ah, nada a ver, eu só assisto a filmes dublados'... Vai, isso que dá não valorizar a sétima arte e o idioma inglês), foi 'V' no também não muito bom 'V de Vingança' e, finalmente, o papel que catapultou sua carreira, Agente Smith na trilogia 'Matrix'.
O diretor é Joe Johnston. Você deve conhecê-lo, dirigiu o longínquo 'Querida, encolhi as crianças', o bom e injustamente esquecido 'Rocketeer', 'Jumanji', 'Jurassic Park III' (o mais fraco, diga-se de passagem), 'Mar de Fogo' e 'O Lobisomem', um dos filmes que fazem com que eu suspeite que o Anthony Hopkins esteja ainda com suas faculdades mentais ou que ele leia os roteiros antes de aceitar seus papéis. Estranho que um diretor com esse currículo tenha sido chamado para um projeto dessa magnitude.
Não tenho muitas informações mais sobre o filme. Na verdade, eu iria falar sobre o novo do Homem-Aranha, o Spider-Man 3D... Mas depois do último filme dele, aquele que o Peter Parker vira emo e eles desperdiçam o Venom e, mais ainda, depois do que tenho acompanhado sobre esse último filme... A começar pelo uniforme tosco... Achei melhor ficar quieto. Acho que Homem-Aranha vai apanhar igual ao Lanterna Verde nos cinemas.
Pena.



Escrito por Fabrício Rocha às 15h30
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Próximas Estréias 2

O próximo filme sobre o qual eu gostaria de comentar a estreia é o Thor.
Para quem não sabe, ele é o Deus do Trovão na Mitologia Nórdica.
Nos quadrinhos, é um super-herói, que faz parte dos 'Avengers'. Sua origem é a mesma da Mitologia, ou seja, ele também vem do Valhalla.
Confesso que não conheço muito do personagem e o fato de ele ter um filme solo nunca me atraiu, até eu ver o trailer.
Assisti os trailers de 'Lanterna Verde' e 'Thor' no mesmo dia, achando que ficaria impressionado com o herói da DC e frustrado com o da Marvel.
Mas aconteceu o inverso.
Como eu disse antes, 'Lanterna Verde' me deixou apreensivo. Muito investimento em um filme que, aparentemente, vai ser sofrível. Já o Thor me agradou bastante, primeiro devido ao elenco, que conta com a Natalie Portman e com Sir Anthony Hopkins. Quanto ao Hopkins, não sei se é uma boa notícia ou não já que, assim como o Robert de Niro, ele não anda acertando a mão ao escolher seus trabalhos.
Outro fator que fez com que eu me interessasse é a direção, a cargo de Kenneth Branagh, um dos mais respeitados atores shakesperianos. Acho que ele vai dar ao Thor o mesmo tratamento e o mesmo respeito que Nolan conferiu ao Homem-Morcego.
No papel principal, o desconhecido [para mim, ao menos] Chris Hemsworth, cujo único trabalho sobre o qual tenho ciência é 'Star Trek'. Mesmo assim, não faço ideia do que ele fez nesse filme. O antagonista, Loki (a mesma entidade que criou a máscara usado pelo 'Máskara', do filme do Jim Carrey), será interpretado por Tom Hiddleston, um ator com passagem pela tela grande, tela pequena e palcos, mas sobre o qual também não sei muita coisa.
Um herói bastante conhecido, papéis principais para atores desconhecidos, papéis secundários com atores de peso, um excelente diretor e um orçamento astronômico. Acho que o Thor vai dar uma surra no Lanterna Verde. Ao menos nas bilheterias.



Escrito por Fabrício Rocha às 09h03
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Próximas estréias

Já que falei do filme do Batman ontem, vou comentar sobre três estréias próximas. Talvez não dê tempo de terminar hoje.

Lanterna Verde (Green Lantern, 17/06/11, nos EUA).
Com uma imensa legião de fãs, o herói com uniforme esmeralda parece ter ganho da Warner um orçamento enorme para ter sua história contada. Como protagonista (Hal Jordan, o mais querido Lanterna Verde), Ryan Reynolds. Três fatos notáveis sobre o cara: primeiro, ele é um dos poucos (senão o único) ator a incorporar personagens tanto da Marvel quanto da DC. Ele foi o Deadpool naquele filme infeliz do Wolverine (X-Men Origins: Wolverine), que é da Marvel, foi Hannibal King, também da Marvel, no filme Blade: Trinity e agora vive um personagem da DC. Segundo, ele foi casado com ninguém menos que a Scarlett Johansson. Terceiro, o MANÉ se separou dela.
Um dos personagens que aparece nesse filme, como não poderia deixar de ser, é o Sinestro que, confesso não sabia, foi inspirado no David Niven.



Faz sentido.
O ator que viverá o magrelo vermelho do planeta Korugar será o Mark Strong, que está seguindo uma carreira respeitável de vilões. Ele foi o antagonista de 'Sherlock Holmes', 'Robin Hood' (com o Russel Crowe), 'Kick Ass', além de viver caras maus em 'Stardust' e 'Rock n' Rolla'.
Este é o visual dele no filme:



O trailer do filme não me empolgou muito. Como eu disse no post anterior, os filmes agora estão seguindo uma linha mais realista, com 'The Dark Knight' como o exemplo máximo. Filmes que tentam seguir uma linha mais 'de quadrinhos' acabam ficando um lixo, como é o caso de 'O Justiceiro em Zona de Guerra", que é uma grande perda de tempo - o filme com o Thomas Jane ficou infinitamente melhor, ou não se levam a sério para dar certo, como é o caso dos dois filmes do Quarteto Fantástico. No caso do Lanterna Verde, senti meio que uma falta de respeito com o personagem. No trailer, ele vira para o amigo dele, que eu não faço ideia de quem seja e diz algo como 'Com um grande anel, vêm grandes responsabilidades'.

E, no finalzinho do trailer, após 'vestir' o uniforme, ele dá um grito, todo feliz.
Que eu me lembre, pelo pouco que li do Lanterna Verde nos quadrinhos, o Hal Jordan era um cara sério. Que chegava a ser chato e arrogante, até, mas não bobo alegre.



Escrito por Fabrício Rocha às 11h16
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