O Blog do Vilão


29/04/2014


Existência

Tenho pensado muito em minha existência neste planeta.
Não sei se Deus existe ou se não existe. Se ele existir, estou inclinado a crer que ele é como o Al Pacino o descreveu no 'Advogado do Diabo', ele está ferrando com todo mundo e se mijando de rir (acho que ele usou palavras até mais fortes no filme). Eu queria acreditar que Deus existe e é bom e nos ama, mas me sinto acreditando no Coelho da Páscoa, sempre.
Estou tendo problemas novos, problemas que nunca esperei ter, problemas velhos que sempre tive... Tenho desafio pela frente, imensos, mas não quero e não posso desistir.
Porém, acredito que quando eu finalmente fechar os olhos pela última vez, terá tudo sido em vão. Tenho quase quarenta anos e ainda luto para ter coisas que todo mundo já teve, coisas que pessoas da minha idade já consideram normal.
Respeito, por exemplo. A impressão que tenho é que não imponho respeito. E isso é apenas um dos diversos itens.
Seja como for, estou torcendo por mim mesmo, pois se eu não acreditar nesse cara, nada terá valido a pena.
Nem sempre as histórias têm finais felizes, essa é a verdade.

Escrito por Fabrício Rocha às 11h38
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21/04/2014


Feriado tranquilo

Nunca vou entender o porquê de terem tirado o trema da língua portuguesa.
Coisa de preguiçoso. Estão nivelando por baixo.
Hoje está um dia tranquilo (sem trema). Estou em casa com minha mulher e meu pequeno.
O clima está agradável. Nenhuma correria, nenhuma pressão.
Um dia perfeito para quem tem TDA.

Eu já falei que eu odeio ter TDA?

Escrito por Fabrício Rocha às 14h52
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19/04/2014


House of Cards

Minhas paixões sempre foram músicas e filmes.
Depois, minhas filhas. Agora, minha mulher e filhos.
Conforme vamos ficando mais velhos, começamos a gostar de coisas que antes não dávamos importância. Hoje, tenho coleção de brinquedos (Batmóveis, Hot Wheels e Transformers) e Papercrafts (Carros, instrumentos musicais, Batmen e cubeecrafts).
De uns tempos para cá, comecei a gostar de séries, também. Porém, eu só começo a acompanhar as séries depois que elas não têm mais novas temporadas ou estão no fim.
Foi assim com How I Met Your Mother, por exemplo.
Eu odeio a Lily, po falar nisso.
Mas agora estou acompanhando House of Cards. E, quando eu digo "agora", eu quero dizer agora. Parei de assistir uns instantes para blogar.
E vou parar de blogar para voltar a assistir.
Preciso tornar isso um hábito, como comer porcarias, não fazer exercícios e deixar tudo para depois.
Jesus, como eu não ganho dinheiro com meu blog? Sou um blogueiro típico...

Escrito por Fabrício Rocha às 22h32
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18/04/2014


Back from the dead

Voltei. Pelo menos até perder a vontade de escrever de novo.
Engraçado como existem pessoas neste mundo que nasceram para ser capacho.
Eu passaria fome e moraria embaixo da ponte antes de ser pau mandado de alguém.
Eu acredito que todos os seres humanos nascem com o mesmo grau de capacidade e vontade de aprender e evoluir.
Alguns, até com mais que outros. Mas nunca menos. Tá, isso é contraditório.
O importante é que todos somos iguais.
O foda é que alguns têm sorte e outros não.
O engraçado (parte 2) é que eu não acredito em sorte.

Escrito por Fabrício Rocha às 00h53
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14/11/2012


Parte 2

Acabei de perceber que a minha descrição terá que ser modificada em breve.
BRASIL, Sudeste, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Música, MSN.
Em breve farei 36 anos. Não tão breve, em Junho do ano que vem. Lógico, se o mundo não acabar em 21/12/2012.
O fato é que o tempo passa rápido demais.
Semana passada, eu tinha, sei lá... Seis anos de idade e acordava cedo para assistir ao Batman, que passava de manhã. Era aquele seriado dos anos 60. Não entendia patavinas, mas achava o carro incrível.
Isso explica minha coleção tão falada.
Depois, na mesma época, no carnaval, ganhei a fantasia do Batman da minha tia Cleuza, que não servia mais no meu primo Leonardo.
Isso explica porque sou fã do Batman.
Depois, entrei na escola. Tinha medo que a professora descobrisse que eu já sabia ler e escrever e me dar uma bronca. Eu era inocente. Lembro que quase me 'dedurei' quando ela ensinou a letra 'f'. Eu conhecia apenas o F (maiúsculo), ela ensinou o f (minúsculo). No mesmo instante, protestei. Desenhei a letra no caderno, levei para a 'tia' Maria José ver. Ela me olhou, como que estranhando e disse algo como 'Não, meu anjo, essa é a letra maiúscula. Aprenderemos mais para a frente'.
Dai me toquei que eu era um asno. Prematuro, mas já era.
O fato de eu já saber ler aos cinco anos explica o porquê de eu ser professor de português e inglês, bem como tradutor.
No ginasial, eu fui uma criança reservada. Tinha cabelos compridos. Todos me chamavam de viado, gay, bicha. Não só na escola, na minha família também.
Graças a mim mesmo e à minha mente racional, consegui superar isso. Não fiquei com trauma desse bullying, pelo contrário, é muito comum eu brincar, dizendo que sou professor de inglês, mas não viado.
E se alguém pensa isso de mim, bom, fazer o quê? Foda-se. Simples assim.
No ensino médio, eu fui o típico idiota. Acho que eu conhecia todo mundo, mas ninguém me conhecia.
Isso me angustiava.
Quando alguém que eu conhecia não me cumprimentava, para mim era o fim do mundo.
Hoje eu sei que o que vale em uma amizade é a qualidade, não a quantidade.
Eu poderia passar a madrugada aqui, contando minha história de vida. Talvez eu faça isso outro dia.
Como eu disse no começo, terei que mudar minha idade no perfil do blog. Não serei mais da faixa dos 35 anos.
A verdade é que, em breve, farei quarenta anos, mas me sinto como um adolescente de 17, em todos os sentidos. Amo a companhia dos meus alunos, mesmo dos chatos. Amo o ambiente escolar, adoro ir em loja de brinquedos, odeio falar sobre política, odeio a companhia dos adultos. Adultos só reclamam e falam de problemas. Ou são arrogantes, presunçosos. A arrogância adolescente é meio ingênua, a adulta é maldosa.
Ah, terei que tirar também 'MSN' de meu perfil. Trocar por 'Skype' também. O fato intrigante é que eu nunca fui muito fã de MSN. Usei bastante, mas não sou um entusisasta.

Eu amo escrever. Ainda serei um escritor famoso. Pode acreditar, nasci para isso.

Amo a madrugada. Eu poderia ser o Batman, mas tenho medo de altura.

Melhor eu ir dormir.

É isso.

Escrito por Fabrício Rocha às 04h44
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Ritalina funcionando, I am back

De verdade, eu gostaria de ser mais disciplinado.
Ou de não depender da Ritalina minha de cada dia para poder realizar minhas tarefas.
Pensei em vários posts para escrever semana passada, mas acabei passando longe do blog. Pena.
Só para me lembrar, e talvez - ênfase no talvez - escrever nesta semana:
- Star Wars (Nada a ver com a compra do estúdio pela Disney, só os filmes, mesmo);
- Fins de relacionamento por motivos estúpidos;
- Como é ruim ser professor de português e ver as besteiras que o pessoal publica no Facebook;
- Papercrafts, meu hobby querido;
- Promessas, para que fazê-las?
- Meu gato caiu do sofá. Hm, isso não será assunto de post, foi o que acabou de acontecer agora. O querido Sr. Gato estava dormindo no braço do sofá, do nada virou-se e caiu. Estranho e engraçado, rs.

Voltei. Não sei por quanto tempo, mas voltei.

[5578]

Escrito por Fabrício Rocha às 04h37
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01/11/2012


Bando de idiotas

A molecada não sai do Facebook, Twitter, assiste MTV, ouve Adele, Chris Brown, usa Nike, Reebook, Adidas, não largam do celular com Android, do computador com Windows (isso para citar apenas poucos exemplos) e depois reclama que não devemos comemorar o Halloween para não 'pagar pau' para os gringos.
Mesmo sabendo que tenho que ter uma postura sensata, pois sou formador de opinião, a única coisa que eu me dignifico a fazer é mandar esse bando de RETARDADOS irem TOMAR NO CU, com força.
Pensem um pouco antes de falar merda desse tipo, corja de escrotos.
Fora isso, bom feriado a todos. Isso me faz pensar: desejar 'Feliz feriado', quando o feriado em questão é o de Finados, não seria algo meio contraditório, para dizer o mínimo?

[5557]

Escrito por Fabrício Rocha às 23h50
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31/10/2012


O TDA. Sempre o TDA.

O bom de ser eu é que eu não me acostumaria sendo outra pessoa, acho.
Isso não faz sentido.
O ruim de ser eu é o TDA.
É inexplicável. Consigo decorar elencos inteiros de filmes, diretores, letras de música, consigo dar aula de análise sintática e de inglês, toco bateria, mas não sou capaz de preencher um simples formulário.
Listas de chamada, conteúdo de aulas, reposições... É só eu pensar, começo a suar, o estômago dói, a cabeça dói, o coração dispara. É um simples pedaço de papel no qual tenho que colocar informações - EU SEI - mas meu cérebro parece não entender e eu entro em pânico. Não no sentido figurado, sinto pânico mesmo, vontade de sair correndo, de ligar nas escolas dizendo que eu não sirvo para dar aulas, de me esconder e não deixar ninguém mais olhar na minha cara.
Mas eu sei que isso também é exagero. Enxergo perfeitamente, tenho duas mãos, duas pernas, não tenho defeitos físicos (feiura não é defeito físico, acho), sou criativo, consigo argumentar bem, não sou corintiano, não fumo, não bebo e não uso drogas.
Mas o desespero que sinto nesse momento me deixa desanimado.
O bom é que tenho pessoas para desabafar e tenho esse blog para escrever. Já me sinto melhor.
Mas ainda não me sinto pronto para mexer nos formulários.
Desejem-me sorte.
[5551]

Escrito por Fabrício Rocha às 17h21
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30/10/2012


Força de Vontade

Às vezes nos falta ânimo até para almoçar.
É o meu caso, hoje.
Não estou com vontade de comer, de trabalhar, de arrumar meu escritório, de fazer nada.
Mas preciso, então tentarei tirar forças não sei de onde.
Às vezes, nosso cérebro é nosso pior inimigo. Claro, se você gostar de funk ou pagode, for corintiano ou fanático religioso não vai entender o que estou escrevendo, mas não se preocupe.
O problema é, por exemplo, depressão.
Por que ela simplesmente não some?
Quero viver, não quero ficar preocupado com coisas tristes, a vida é muito curta para isso, não quero ficar enfurnado em meu quarto nesse calor... Mas a química do meu cérebro me obriga a ver tudo cinza.

Valeu, Cérebro. Dessa vez, você não foi legal comigo.

Mas, como você me mantém longe de drogas, bebidas, cigarro, funk, axé, pagode, corínthians, falta de argumentação, fanatismo religioso, insensatez, preconceitos não fundamentados e afins, eu perdôo você.
Espero que quem ler me blog também me perdoe por esse post, pois está podre =/
[5542]

Escrito por Fabrício Rocha às 12h34
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29/10/2012


Fantasmas

Época de Halloween.
Fico pensando se realmente fantasmas existem. A Internet está cheia de histórias, fotos - manipuladas ou não -, vídeos - CGI ou não - e relatos.
Às vezes, os fantasmas vêm apenas para 'trollar'. Qual o fundamento disso? O fantasma foi uma pessoa muito séria, viu que perdeu tempo enquanto estava vivo e agora resolver fazer stand-up delivery ou algo assim? (Vou registrar isso antes que algo faça... Stand-up delivery...).
Ou os fantasmas são seres horripilantes que aparecerem para nos assustar e, em alguns casos, até matar.
Por quê?
Será que eles se sentem sozinhos e querem companhia?
Se eu morresse e virasse fantasma, acho que eu ficaria espiando as pessoas no banheiro. Não todo mundo, claro. A Scarlett Johansson, por exemplo. Espero que ela não tenha aquelas diarreias barulhentas.
Ou eu iria para Paris, conhecer a Torre Eiffel.
O chato seria ir lá e não dar para postar fotos no Facebook.
Estou com depressão, acho. Minhas piadas ficam muito irônicas quando estou depressivo.

[5535]

Escrito por Fabrício Rocha às 12h38
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28/10/2012


Sadness

Decidi pegar todas as minhas dúvidas existenciais, meus medos, meus questionamentos e escrever algo semi-biográfico, semi-filosófico, semi-poético, semi-idiota, extremamente chato.
Irá se chamar Sadness.
Já escrevi muita coisa.
Duvido que alguém vá querer publicar.
Se alguém ler, vai querer se matar.
Quando eu estiver feliz, vou escrever algo semi-biográfico, semi-filosófico, semi-poético, semi-idiota (segundo as novas regras ortográficas, isso que escrevi está errado, crianças), muito polêmico.
Irá se chamar Sex.
Duvido que alguém vá querer publicar.
Se alguém ler, vai mudar de calçada quando me vir na rua.
E a Terra continua girando, pessoas continuam nascendo, outras morrem, alguns viventes ainda acreditam em um cara que nasceu na Galileia, outros continuam torcendo para o Corínthians, alguns ainda ouvem Funk, Axé, Sertanejo (e gostam, ainda por cima), os carros são como as lanchas, as motos são como os jet skis, os pedestres são como os banhistas, e absolutamente nada faz sentido.


Não, não estou bêbado. Não bebo.

Escrito por Fabrício Rocha às 11h45
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27/10/2012


A importância do perdão

Perdoar é muito importante (Clichês, clichês...)
Para ser sincero, não sei muito bem sobre o que escrever. Minha internet estava, hã... 'Zuada' nos últimos dias.
Enfim, devemos dar realmente importância ao perdão. Devemos tratar a todos como irmãos.
Lembrem-se o que Jesus dizia: "Irmãos? Não tenho. Sou filho único".

Não resisti, he, he, he...

Escrito por Fabrício Rocha às 00h39
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24/10/2012


TDA

Eu já disse aqui, antes, que eu sofro de TDA. Transtorno de Déficit de Atenção.
'Sofro', no meu caso, é a expressão correta. TDA é uma desgraça.
Muitos têm uma ideia errônea sobre meu transtorno. Pensam que o TDA te faz ser uma pessoa distraída, abobada. De certa forma, sou assim, mas não devido ao TDA. O nome, para começar, não é dos mais felizes. O certo seria 'Instabilidade de atenção'. Quando lido com algo que gosto, o mundo deixa deixa de existir. Aprendi muito (inglês e tocar bateria, por exemplo), sozinho. A parte boa do TDA é o hiperfoco. Quando você realmente foca em algo, nada mais te chama a atenção.
Porém, a parte ruim. A dificuldade de gerenciar o tempo. O pânico de fazer algo simples, como preencher formulários (listas de chamada me deixam angustiado). O fato de meu cérebro estar sempre ligado, mesmo quando durmo.
Outra hora volto para falar mais sobre o assunto.
É isso.

Escrito por Fabrício Rocha às 21h55
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22/10/2012


Politicagem

Fiquei sabendo que a corporação musical 'Santa Cecília', daqui de Garça, está passando por "reformulações".
Todos os músicos foram demitidos.
Agora, parece que cortaram também um programa de natação para crianças carentes ou algo assim, vou me informar melhor.
Em Gália, fecharam um abrigo para crianças carentes.
Deve-se dizer que, em ambas as cidades, os atuais prefeitos não foram reeleitos.
Sempre disse que sou apolítico. Continuo sendo. Porém, uma coisa é não ter partido político, outra é ver injustiças e ficar quieto.
O que posso fazer? O que estou fazendo agora. Vou obter mais informações e tentar mobilizar o máximo de pessoas que eu puder.
Vamos ver no que dá.
É isso.

Escrito por Fabrício Rocha às 09h51
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21/10/2012


Educação

Eu acredito que educação seja essencial em qualquer parte do mundo, em qualquer situação. Eu já disse palavrões gratuitamente, inclusive em aulas, com alunos folgados, mas fico me sentindo péssimo depois. Por isso que não gosto de pessoas como Ratinho, Datena, ou qualquer outro apresentador surtado que querem estar certos no grito.
Prezo muito a argumentação, a humildade de se saber que está errado. Ter, como dizia meu professor de Literatura na faculdade, 'repertório' para uma conversa qualquer.
Um homem que seja mal-educado, que tire sarro de tudo que vê, que seja preconceituoso, racista, parcial e impertinente já é uma desgraça.
Quando é mulher então, nem se fala.
Hoje tive o desprazer de ficar perto de uma pessoa assim. Vi uma humana que só falava palavrão, que fazia questão de deixar claro que não se importava que vissem o quão chula era sua linguagem, que queria estar certa no grito, que queria que todo o resto do mundo explodisse.
Triste isso. Pessoas assim só afastam possíveis companhias.
Não sei o porquê, mas meio que relacionei isso com o 'Pânico na TV'. Apelar para bundas, arrogância, maus-tratos, linguagem chula, humilhações alheias... É como se o pessoal que pratica bullying nas escolas ganhasse um horário na televisão e a audiência fosse enorme.
A parte triste é que é exatamente isso que acontece.
Hoje em dia está na moda ser vulgar, ignorante, preconceituoso. Burro. Ler é chato, encher a cara é divertido. Ter sabedoria está por fora, ser uma anta é engraçado.
Nasci no país errado, na época errada.
É isso.

Escrito por Fabrício Rocha às 23h07
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Perfil

Meu perfil
BRASIL, Sudeste, GARCA, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Coleções e miniaturas, Música

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