So as you read this know my friends I'd love to stay with you all Please smile when you think of me My body's gone that's all
A tout le monde A tout les amis Je vous aime Je dois partir These are the last words I'll ever speak And they'll set me free
If my heart was still alive I know it would surely break And my memories left with you There's nothing more to say
Moving on is a simple thing What it leaves behind is hard You know the sleeping feel no more pain And the living are scarred
A Tout Le Monde - Megadeth
Parece-me que a Dona Morte esteve com uma preferência bem definida ultimamente: atores e diretores. Há alguns dias morreu o ator Jack Palance, famoso pelos seus papéis de vilão em filmes de bang-bang e que participou de um certo filme de 1989 sobre um herói que se veste de preto e sobre o qual não falarei hoje (Já falei ontem, antes de ontem e falarei amanhã). Outro que morreu foi o diretor (de atores, como ficou bem conhecido) Robert Altman, que dirigiu, entre outros, Prêt-à-Porter, Popeye, M.A.S.H. (vamos ser sinceros... sempre ouvi falar desse filme, nunca o assisti. Como eu tenho coragem de me julgar cinéfilo? Vou hoje na locadora!!!) , além de episódios do seriado "Bonanza". Um de seus filmes eu cheguei a assistir no cinema, Dr. T e as mulheres, que tem no elenco Richard Gere e Liv Tyler. Só ganhou um Oscar em toda a sua vida, e foi este ano pelo conjunto da obra. Suas palavras: "Eu sempre achei que este tipo de prêmio significava que você está acabado. Eu acho que ainda tenho mais uns 40 anos pela frente". E hoje morreu o ator francês Philippe Noiret, que fez o inesquecível Alfredo do "Cinema Paradiso". Esse é um dos meus filmes favoritos, um dos pouco que me fazem chorar. Diz a lenda que o diretor, o italiano Giuseppe Tornatore, tinha a intenção de fazer desse filme um obituário dos cinemas tradicionais. Depois do sucesso do filme, ele nunca mais comentou nada.
Muita paz. Descansem em paz.
A música da qual eu tirei um trecho hoje também merece um comentário; com a palavra, Dave Mustaine, que a compôs: "There were a lot of times when I was lost. In February '93 there was no solution to a temporary problem because I just lost focus. I ate a handful of valiums, and I overdosed... Why I would want to voluntarily kill myself through the use of stuff that's not supposed to do any good for me just makes me rethink my whole way of life right now."
Escrito por Fabrício Rocha às 10h27
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Mais Batman
And on I read Until the day was gone And I sat in regret Of all the things I've done For all that I've blessed And all that that I've wronged In dreams until my death I will wander on
Audioslave – Like a Stone
Outro dia, na Internet, mais ou menos na época do lançamento do Batman Begins, vi uma enquete sobre quem teria melhor personificado o herói no cinema. O Michael Keaton, do Batman (1989) e Batman Returns (1992) ganhou, pelo que eu me lembre. Estranho. Para mim, o ganhador deveria ser o Adam West, do seriado antigo. Não sei se devido ao fato de ele ter sido o primeiro ator que eu vi personificar o herói, não sei se devido ao fato de ele realmente, na minha opinião, parecer o Bruce Wayne. Claro que, com aquele uniforme ridículo da década de 60, ele foi o Batman mais barrigudo da história. Agora, incontestável mesmo é que o Burt Ward nasceu para o papel do Robin. Aliás, fico torcendo para o Christopher Nolan não incluir a menor menção dos termos "garoto prodígio" ou "dupla dinâmica" nos próximos filmes.
O segundo a levar o prêmio por melhor Batman seria o Clark Bartram, do "Batman: Dead End". Quando eu vejo aquela sua expressão enfurecida ao encarar o Coringa (ficou excelente, também), não consigo deixar de pensar no Batman de clássicos como "O Cavaleiro das Trevas" ou "A Piada Mortal".
Falando no Coringa – aliás, nome errado, o certo seria "Curinga" – foi só depois de assistir "O Iluminado" (versão do Kubrick, lógico) que entendi o porquê do Jack Nicholson ter sido escolhido para o papel. Excelente escolha, sem dúvida. O Coringa do Dead End ficou muito bom (mesmo!) como eu já disse. Vamos ver como o Heath Ledger (o Ennis Del Mar do "Brokeback Mountain") se sai no "Dark Knight" (continuação de Batman Begins). É isso.
Ah. Paz, amor, empatia.
Escrito por Fabrício Rocha às 07h11
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Heróis e Vilões
I've seen angels fall from blinding heights But you yourself are nothing so divine Just next in line
Arm yourself because no one else here will save you The odds will betray you And I will replace you You can't deny the prize it may never fulfill you It longs to kill you Are you willing to die?
Chris Cornell - You know my name
Que estranho eu ter colocado um link com um vídeo que mostra uma imagem negativa de meu herói favorito... O fato é, verdade seja dita, sou fã do Homem-Morcego desde os seis anos de idade, ou seja, há exatos 23 anos. Isso me dá alguma autoridade para afirmar que por mais "cool" que o Batman seja, realmente é ridícula a idéia de alguém se vestir de morcego para combater o crime. Acho realmente que, se alguém se dispusesse a isso, ouviria comentários parecidos com os deste vídeo (o qual eu já tinha assistido há quase dez anos, muito muito muito tempo antes de alguém sonhar que existia YouTube, graças aos meus amigos Rafa e Hélio Bettega), principalmente a parte em que o Comissário Gordon está conversando com a dupla dinâmica, logo no início. Aqui vai a transcrição: Batman: Não faz nada, Comissário, eu e o Robin vamos cuidar de tudo. Quando nós descobrirmos alguma coisa, vamos dizer ao senhor. Não se preocupe, eu e Robin... somos a dupla dinâmica. Chefe O’Hara: Ah, dupla dinâmica o c******, vocês são dois filhos da p***. Comissário Gordon: Eles são dois v*****, né? O Batman da vida real teria que ouvir uma dessas. Fiquei sabendo que estão fazendo um novo gibi, "Batman versus Osama Bin Laden". Rezo para o Homem Morcego não cair novamente no rídiculo (entenda-se Batman & Robin do Joel Schumacher) Será que sai "Batman: Dead end 2"? Tá, estou sendo contraditório. No começo do texto escrevi que acho ridícula a idéia de alguém se vestir de morcego para combater o crime e agora digo que rezo para o herói não cair no ridículo de novo. Sou fã, né? Eu posso achá-lo ridículo. Só eu. Coisas que não me conformo: Novo filme do Superman. Gostei do filme, de verdade, algo dirigido pelo Bryan Singer merece respeito (vide "Os suspeitos", "X-Men" e "X-Men 2"). Porém, alguém realmente acredita que ninguém reconheceria o disfarce de Clark Kent por causa de um óculos? E por que diabos o Lex Luthor tem que ter umas partes cômicas que anulam o efeito de vilão insandecido de algumas cenas? O diretor manteve o mesmo tom que o Richard Donner usou em seus filmes, no final da década de 70/começo da década de 80. Os vilões no filme tem que ser como Hannibal Lecter, Darth Vader ou Heatchcliff. Não covardes engraçadinhos com momentos de loucura. E como é desconfortável ver, após o acidente do vôo 1907, o Superman salvando um avião (no qual, "coincidentemente", a Lois Lane está entre os passageiros). Que coisa...
Escrito por Fabrício Rocha às 07h11
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