Piratas do Caribe
Just A Castaway An Island Lost At Sea Another Lonely Day There's No One Here But Me
More Loneliness Than Any Man Could Bare Rescue Me Before I Fall Into Despair.
I Send An Sos To, I Send An Sos To, I Hope That Someone Gets My... I Hope That Someone Gets My... I Hope That Someone Gets My... Message In A Bottle... Message In A Bottle...
A Year Has Been Since I Wrote My Note, But I Should Have Known This Right From The Start, Only Hope Can Keep Us Together Yeah, Love Can Mend Your Life But Love Can Break Your Heart,
I Send An Sos To, I Send An Sos To, I Hope That Someone Gets My, I Hope That Someone Gets My, I Hope That Someone Gets My, Message In A Bottle Message In A Bottle .
I'm Sending Out An Sos...
Machine Head - Message in a Bottle
Assisti ao Piratas do Carube - Dead Man's chest de novo, desta vez no DVD. Jack Sparrow vai entrar para a história como um dos anti-heróis mais carismáticos do cinema. Com uma expressão de repugnância que só o Johnny Depp sabe fazer, aquele andar bêbado e aquela voz de gente largada, consegue ser mais engraçado que muitos pseudo-comediantes que usam de homofobia, preconceitos, erotização e a mesma piada para tentarem ser engraçados (leia-se Zorra Total, Praça é Nossa e congêneres). Gostei tanto de uma das frases do primeiro filme que coloquei em meu Orkut. É quando Jack olha para o sol se pondo (se não me falha a memória) e diz "Bring me that horizon". Diz a lenda que Depp improvisou essa fala. O diretor usou de surpresa várias vezes no filme. Quando Elizabeth beija Jack e Wiil vê, o susto que ele tomou foi real, Orlando Bloom não sabia que a cena seria assim. Quando um personagem aparece de surpresa no fim (não vou contar, óbvio, não sou estraga-prazeres) as expressões de espanto no rosto dos atores também é real. E as reações dos atores que balançaram naquela gaiola feita de ossos também é genuína. O vilão, Davy Jones, para quem não sabe, foi interpretado pelo mesmo ator que faz o vilão em "O Jardineiro Fiel". OK, espero que vocês assistam. Jack Sparrow rules! Johnny Depp rules!!!
Paz, amor, empatia. E uma garrafa de rum!
Escrito por Fabrício Rocha às 19h14
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Diários de Um Aprendiz de Natação - Parte 2
Land of anger I didn't ask to be born Sadness, sorrow Everything so alone Laboratory sickness
Infects humanity No hope for cure Die by technology
Corrision inside -- we feel Condemned future -- we see Emptiness calls -- we hear Final premonition -- the truth
We're born with pain Suffer remains We're born with pain Suffer remains We're dead
Sepultura - Dead Embryonic Cells
Sim, quase me afoguei mas gostei da experiência. Hoje lá fui eu de novo, pranchinha embaixo do barço, piscina deserta. Só um médico treinando. "Sorte", pensei. Se eu me afogar, tem alguém para me salvar. "Azar", pensei depois. "E se tiver que fazer respiração boca-a-boca"? Tudo bem, lá fui eu de novo. Percebi que quando estou tenso, não consigo respirar direito. Me desespero, fico nervoso, acabo engolindo água. Pena. Pensamentos idiotas também atormentam bastante. No meio da piscina, lembrei do Titanic. Prancha para um lado, Fabrício para outro. Instantes depois, pensei no pessoal que morreu afogado, preso dentro dos porta-aviões em Pearl Harbor. Um pouco mais de água para meu organismo (Em parte é bom, evita pedra nos rins). Mas depois me acalmei e alcancei minha primeira vitória - meus primeiros vinte e cinco metros sem parar no meio do caminho e nadando certo. O médico me deu umas dicas de como bater as pernas, falou para eu colocar a cabeça fora d'água de outra maneira. Valeu mesmo. O que ajudou também foi que depois de pensar em tragédias pensei em besteiras. Imaginei uma competição, eu do lado de cinco armários, todos na raia, músculos retesados esperando para entrar na piscina. Eles mergulham e já estão a 15 metros de distância, enquanto eu vou tranqüilo e solene com minha pranchinha. Dei risada por dentro, apenas, para não me afogar mais uma vez. Depois me lembrei do que o professor me disse, que eu precisava abrir meus pulmões. "Não sei se o pulmão está abrindo, mas o saco está enchendo (o que não é verdade)" e ri de novo.
Paz, amor, empatia. E dei aulas de português hoje também =)
Escrito por Fabrício Rocha às 18h59
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I wanna stay alive I wanna do it for you I wanna stay alive
Six by Seven – For you
Definição de blog: diário na Internet. Puxa vida, nunca contei nada sobre minha vida pessoal. Não a sério, pelo menos. Minha vida não é muito interessante, para ser sincero. Trabalho como auxiliar de coordenação, pego aulas esporadicamente (de todas as matérias, mesmo sendo da área de humanas - português e inglês, para ser mais exato), passo os finais de semana com minhas filhas, vejo minha namorada sempre que posso, não toco mais bateria, vendi meu Fusca. O Fusca daria histórias engraçadas, acho. Sinceramente, meu diário não seria algo muito excitante. A menos que eu não me importasse em ser ridicularizado em público. E não me importo :D Tenho bronquite desde pequenininho. Acho que é psicológico, mas não consigo convencer meus pulmões. Gasto uma fortuna com essas bombinhas malditas que farão meu coração parar de uma hora para outra sem avisar. Então decidi fazer umas aulas de natação. Parece fácil, a molecada indo de um lado para o outro da piscina sem o menor esforço...
Ledo engano.
Lá estou eu, tentando fazer meus primeiros metros, o exercício mais básico da natação, apenas batendo as pernas, segurando em uma prancha, e colocando a cabeça para fora da água para respirar. Primeira respirada, fiz o contrário: soltei o ar fora da piscina e puxei com a cabeça dentro d’água. Quase morri. Cheguei no meio da piscina, tonto. Tive que parar, minha capacidade pulmonar é incrivelmente pequena. Se eu fumasse, teria que viver em uma bolha plástica com cilindros de oxigênio me ajudando a respirar o tempo inteiro. Fiz meus primeiros metros. Fui voltar, fiquei muito tempo com a cabeça dentro d’água e senti tontura. Quase morri parte 2. E nisso, a molecada indo de um lado para o outro da piscina, sem o menor esforço. Mas, no final, gostei da experiência. Um dia aprendo a nadar.
Paz, amor, empatia e cheiro de cloro nos cabelos.
Escrito por Fabrício Rocha às 16h52
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O mundo de Jack e Rose
Lady life, don't you cry My life, pain is God Many nights, painfull thoughts of her Marry me, again I'm one
In denial, I tried to be your friend I tried to be a good boy All I see, a hate deep inside Startle me, someone save me
Now these memories fill my heart, they bury me
All I wanna do! You are not my real mother Is kill you I'd beat and stab and fuck her
You made my life not so good
How can I cry over someone I never loved? How can I cry over someone I never loved? Never loved...
Korn - Kill you
Algo que sempre quis fazer neste blog: comentar filmes. Vou começar pelo que assisti ontem. Mas pretendo falar dos filmes que assisti esse ano, como Capote, O Segredo de Brokeback Mountain, Laranja Mecânica. Ontem aluguei "O Mundo de JAck e Rose". Não, não tem nada a ver com os personagens principais de Titanic. É um filme sobre um homem (Jack) que mora com sua filha (Rose) no que tentou ser uma comunidade alternativa que não deu certo. Quando o homem adoece, traz para morar com eles uma mulher (Katlheen) e seus dois filhos (Rodney e Thaddius - que nome é esse?!?) , e isso gera uma situação de ciúmes e possessividade por parte de Rose. Se seu tipo de filme favorito é no estilo "Velozes e Furiosos", não recomendo que assista a esse. Mas se você gosta de filmes independentes que lembram muito o cinema europeu, é uma bela pedida. Aliás, qualquer coisa com Daniel Day-Lewis no elenco e com canções do Creedence Clearwater Revival na trilha sonora valeria a pena. A história aborda temas polêmicos, como o incesto, de maneira sutil. A fotografia é belíssima. Foi escrito e dirigido por Rebecca Miller, e tem no elenco Catherine Keener ("Quero ser John Malkovich", "Adaptação") como a feia Kathleen e Camilla Belle como Rose. As atuações são emocionantes, principalmente - como não poderia deixar de ser - de Day-Lewis.
Paz, amor, empatia.
Escrito por Fabrício Rocha às 09h59
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You got a one way ticket On your last chance ride Gotta one way ticket To your suicide Gotta one way ticket An there's no way out alive An all this crass communication That has left you in the cold Isn't much for consolation When you feel so weak and old But is home is where the heart is Then there's stories to be told No you don't need a doctor No one else can heal your soul
Guns n’ Roses – Coma
Certa vez me perguntaram – acho que foi uma das quatro pessoas que leram meu blog até hoje, a Lena – porque meu blog se chama "Blog do Vilão". Simples. Eu sou um vilão. Sou mau. Passo a maior parte do tempo com a sobrancelhas arqueadas e os cantos da boca para baixo. Em vários aspectos, uso a Filosofia de Maquiavel, aquela que dá título ao Capítulo XVII de seu obra "O Príncipe": Da crueldade e da piedade; se é melhor ser amado que temido, ou antes temido que amado. Também sigo a Filosofia que Kurt Cobain resumiu em uma frase: "I’d rather be hated for who I am than loved for who I am not". Quando estou andando com meu sobretudo preto – outra característica de vilão que vários heróis "roubaram" (vide Neo, Morpheus, Trinity da trilogia Matrix e Selene dos Anjos da Noite) – imagino que, no fundo, está tocando a Marcha Imperial de Guerra nas Estrelas ou "A Cavalgada das Valquírias" do Wagner. É divertido, acredite em mim. Mas não sou um vilão que rouba, mata, estupra. Ou seja, sou um vilão no nível filosófico, apenas. O que quer dizer que não sou vilão coisa alguma. Um vilão precisa agir. Eu sou apenas chato.
Paz, amor, empatia.
Escrito por Fabrício Rocha às 09h41
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Batman Again
Things will be better when I'm dead and gone
don't try to understand knowing you I'm probably wrong. But how I lived my life for you still you'd turn away now as I die for you my flesh still crawls as I breathe your name all these years I thought I was wrong now I know it was you raise your head, raise your face your eyes who the hell you think you are?
Megadeth – In my Darkest Hour
Terminando o assunto "Melhor Batman do cinema/TV", faltaram comentários sobre os outros atores que atuaram como o herói. Prometi que jamais falaria mal de ninguém nesse blog (quem me dera ser o Diogo Mainard – ele é o cara!), então não vou dizer que o Michael Keaton bem que se esforçou, mas aquela mania de morder o lábio inferior antes de dar um soco me irritava profundamente. O Val Kilmer estava mais preocupado em ser paparicado durante as filmagens e o George Clooney simplesmente não respeitou o papel (é notória sua afirmação em já ter interpretado um gay no cinema – o Batman). O Christian Bale impressionou com seu físico, mas tem cara de latino. O Bruce Wayne deveria ter cabelos pretos e olhos azuis. Tem vários atores que fizeram as vozes em desenhos animados, outros que fizeram filmes antigos, ou seriados, mas... Não tenho conhecimento profundo sobre o assunto, então melhor para por aqui.
Paz, amor, empatia.
Escrito por Fabrício Rocha às 09h37
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