Kore, amo você, cara. Gostei do vídeo que me mandou e estou ouvindo “Let the bodies hit the floor” agora. He, he...
Lakf, li seu e-mail, assim que der respondo, prometo. Você é o cara!!!
Então, ando com os pensamentos meio desconexos ultimamente. Adaptando-me à nova realidade, creio eu. O fato é que ontem sentei na frente do computador e... nada. Uma vez me disseram que o papel em branco é o ambiente mais desafiador que existe. Não quero acreditar nisso.
Enfim... A “Bad Religion” sobre a qual vou falar não é a banda de hardcore melódico que eu amo e já tive oportunidade de conversar pessoalmente. Taí, um belo tema para um próximo post.
Estive pensando sobre a Dona Morte agora há pouco. Não, não quero me matar. Mas simplesmente não sinto medo algum de morrer.
Mas também pensei... Se eu morrer, eu vou para o céu? Qual o critério dos católicos para eu ir para o céu? Vou encontrar só criancinhas da África lá? Ah, não quero... E se invés de morrer, eu reencarnar em uma atriz pornô, com direito a bondage e posições do Kama Sutra? Tô fora. Ou se eu voltar, como acreditam os budistas, como um repolho? Tá, conheço pessoas que são repolhos, mas não faz muito meu estilo.
Sei lá.
Desculpem, não quis ofender ninguém com esse post. O Orlando sempre dizia que podia não concordar comigo, mas lutaria até o fim para que eu tivesse o direito de dizer o que penso. Sei que essa frase não é dele, mas não lembro quem disse.
Enfim, preciso colocar meus pensamentos em ordem antes de voltar a escrever.
Nem tive vontade de falar sobre cerveja; algo está errado.
Definitivamente errado.